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Linda Martini e ciclo Supernova entre os destaques do GrETUA

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O GrETUA inicia 2026 com um quadrimestre dedicado ao jogo, com uma programação multidisciplinar que convoca teatro, dança, música, cinema, literatura e artes visuais, e lança novamente os dados na formação e criação teatral. Numa abertura arrojada, mas segura, as primeiras peças serão lançadas numa noite de jogos de tabuleiro promovida pela associação aveirense “Ria Joga”.

Inicia-se assim um trimestre que contará, novamente, com um projeto de criação própria, no âmbito do ciclo de percursos sonoros “Field Stages”. Meio muro em Babel contará com dramaturgia de Inês Hermenegildo e com a voz de Pedro Sottomayor para propor uma caminhada pela cidade alinhada com o mote do jogo e do lúdico.

Na liga da música, entram em campo os Linda Martini, velhas glórias do pós-punk que, no final do concerto, passarão o comando a Maria Vai Com Todas para um DJ set onde todas as fichas serão, certamente, colocadas. Um encontro clássico será também o do ciclo Supernova, que regressa este quadrimestre ao GrETUA. Do Minho, os xauxau dôdô farão movimentos nos territórios do afrobeat, jazz, ambiental e clássico. Nas apostas múltiplas, haverá ainda lugar a duas noites tripartidas entre Anastasia Coope, Collignon e Myria, e Ahana, Montanha e DJ Artures.

No cinema, é proposto o recuo de algumas casas até à infância, com o ciclo Juventude Sónica, um ciclo atento aos primeiros choques com o mundo. Inicia-se com uma sessão de curtas-metragens portuguesas, onde serão exibidos O Banho, de Maria Inês Gonçalves, À Tona d’Água, de Alexander David, Gambozinos, de João Nicolau, e Conseguimos fazer um filme, de Tota Alves, havendo no final lugar a uma conversa com a realizadora. Na segunda sessão será projetado Gummo, de Harmony Korine, e na terceira O Espírito da Colmeia, de Victor Erice.

No tabuleiro do teatro, o GrETUA acolhe o espectáculo obrigada por terem vindo, de Mariana Dixe, um monólogo interpretado por Mariana Lobo Vaz, onde o teatro se pensa a partir de si próprio. Mariana Dixe marcará também presença numa edição da rubrica Boca a Boca, a rubrica itinerante de leitura de textos de teatro, no CETA. Esta rubrica contará ainda com Joana Magalhães, na livraria Gigões & Anantes.

Este será também um trimestre dedicado à formação teatral e à preparação de um espectáculo que estreará no quadrimestre seguinte. Haverá lugar aos já habituais Recursos de Formação Teatral, que consistem num segundo momento de formação para intérpretes após o curso iniciado em outubro de 2025, e que contarão com módulos de voz, com Teresa Queirós, interpretação, com Nuno dos Reis, movimento, com Joana Couto, um laboratório de criação com Joana Magalhães e um módulo teórico por Jorge Palinhos, intitulado Os deuses jogam aos dados.

Uma novidade no âmbito da formação será o KIT de Sobrevivência de Criação Teatral, que reúne um conjunto de oficinas dedicadas a experimentar e explorar diferentes saberes do teatro. Este kit contará com uma oficina de escrita, por Mariana Dixe, uma oficina de desenho de luz com Rui Monteiro, uma oficina de cenografia com Ana Gormicho, uma oficina de iniciação à costura com Sofia Moço Novo e uma oficina de multimédia reativa com Pedro Melo Alves.

Nas palavras de João Garcia Neto, diretor artístico do grupo: “O Kit de Sobrevivência de Criação Teatral é um gesto que procura ampliar o campo de jogo, multiplicar as entradas possíveis na criação e tornar visíveis as engrenagens que a sustentam. Desta forma, procuramos afirmar o espaço como um lugar de ensino e aprendizagem, transformando a nossa criação final, que começaremos a ensaiar em abril, não apenas num ponto de chegada, mas num processo pedagógico ainda mais comprometido". 

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Paralelamente, o GrETUA acolherá uma residência artística de Pedro Melo Alves, no âmbito da qual estará a preparar o projeto transdisciplinar. Concebido como uma plataforma de pensamento focada nas questões ontológicas do pós-humanismo, o trabalho toma forma simultaneamente como uma incubadora de arte digital e como uma performance multimédia, que passará pelo GrETUA no final do ano, integrando o seu percurso de apresentação pública.

Este quadrimestre contará ainda com a exposição Pista, da autoria de Gonçalo Fialho (aka UIVO), no tecto do foyer do GrETUA. Na dança, o espaço receberá o espectáculo Budô, de Joana Couto e Leo Calvino, onde a dança se cruza com práticas de combate, estendendo-se esta proposta a uma oficina aberta ao público, conduzida pelos criadores, que explora esse mesmo território de encontro.

Todas as reservas e inscrições encontram-se disponíveis em gretua.pt.

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