A OLI apresenta oficialmente a Voronoi, uma nova placa de descarga para autoclismo que resulta da convergência entre design, engenharia industrial e ciência dos materiais, colocando a empresa na vanguarda das soluções sustentáveis para a casa de banho.
Inspirada no diagrama matemático de Voronoi que divide um plano ou espaço em polígonos ou células e que está presente em inúmeros elementos da natureza, a solução assume uma superfície facetada que lhe confere uma identidade visual distinta e tecnicamente eficiente.
A sua geometria foi otimizada com vincos estruturais que permitem reduzir em 20% a utilização de matéria-prima, preservando a resistência e a durabilidade. Paralelamente, o desenho técnico orienta de forma intuitiva os botões de dupla descarga, garantindo uma interação clara, ergonómica e confortável. O resultado é uma expressão única de design funcional, onde forma e eficiência trabalham em conjunto para maximizar recursos e valorizar a experiência do utilizador.
Inovação de materiais com base científica
Para além do design inovador, a Voronoi representa uma inovação material. É fabricada em BIO ABS, um material com 50% de conteúdo proveniente de fontes renováveis de origem biológica como plantas, algas e resíduos orgânicos.
Esta placa nasceu de uma colaboração estratégica com a Universidade de Aveiro, que colaborou na conceção do produto e assegurou a qualidade dos materiais.
O objetivo era ambicioso: criar um polímero sustentável que mantivesse os padrões de resistência e desempenho do ABS convencional. O resultado foi alcançado com sucesso. O BIO ABS assegura elevada performance mecânica, permitindo à OLI avançar para uma produção industrial mais sustentável, competitiva e alinhada com as metas ambientais do setor.
Redução do impacto ambiental e eficiência hídrica
A Voronoi está disponível em oito tonalidades inspiradas em elementos naturais — Pure Glacier, Forest Terra, Arabic Stone, Burnt Terra, Urban Concrete, Organic Gold, Dark Carbon e Raw Umber. Ao serem integradas diretamente no polímero, estas cores dispensam os tradicionais acabamentos metalizados, substituindo um processo industrial de elevada pegada ambiental, por um processo mais sustentável.